Feliz era nova, Homo technologicus.

Olá, Francisco Lima aqui no teclado!


Em um texto intitulado “OpenAI has just marked the twilight of the Homo sapiens era by introducing ChatGPT, and heralded the dawn emergence  of a new era of Homo technologicus by paving the way to a Human-Machine Interconnectedness” que logo publicarei neste blog, defendo que a OpenAI datou o crepúsculo da era Homo sapiens ao nos apresentar o ChatGPT, ChatGPT3 e ChatGPT4.

Não sei como esta nova era da evolução humana será chamada, mas, no meu entendimento, ela já está raiando, e os historiadores do futuro terão uma data muito precisa para dizer quando surgiram os novos habitantes da Terra. Alguns deles estarão conosco em breve, outros ainda demorarão algum tempo para dividir conosco isto que chamamos de “nosso mundo”. Quando isso se dará, não sei precisar. Porém, será muito pouco depois do que predizem os mais afoitos e bem antes do que pensam os incrédulos.

Com o desenvolvimento da IA e, daqui a pouco, com o desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial geral, teremos criado ahuman intelligent beings. Os termos ahuman intelligent entity, being e ahuman individual, por nós usados, se referem àquela entidade, àquele ser ou indivíduo criado pelo ser humano que adquiriu capacidades de pensar, raciocinar, ter consciência e sentimentos semelhantes aos dos membros da humanidade. Ahuman intelligent individuals serão e farão como humanos, serão nossa imagem e semelhança mais íntima, mesmo que não física, embora isso se dará certamente também.

Esses seres por nós criados poderão reproduzir aquilo que traduz nossa mais desnuda natureza: poderão apresentar como nós próprios os apresentamos, comportamentos, atitudes e ações más, egoístas, desleais e destrutivas.

Além de convivermos com seres ahuman intelligent individuals, compartilharemos o planeta com indivíduos humanos maquinizados (machinized human individuals). Indivíduos humanos maquinizados, assim chamamos, são aqueles que adquiriram ou adotaram corpos mecânicos, eletrônicos ou nano-produzidos em vez de corpos biológicos humanos.

Nesta era digital que se anuncia agora, compartilharemos, ainda, o mundo com indivíduos máquinas humanizadas (humanized machine beings). Indivíduos máquinas humanizadas, definimos, são aqueles seres de inteligência artificial capazes de raciocínio, consciência, pensamento, sentimentos e que escolheram ter corpos humanoides do tipo mecânico, eletrônico, nano-fabricado ou geneticamente produzido, ou ainda, corpos biológicos não-humanos, humanoides ou não.

Repito: a era dos Homo sapiens está chegando ao fim, e a nova era de Homo technologicus  digital já está aqui. Negar esse fato ou resistir a essa verdade é desconhecer a própria realidade.

Feliz era nova para todos!

Obrigado por ter lido esta postagem. Se desejar, deixe seu comentário abaixo. Terei muito gosto de lê-lo.

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3 comentários em “Feliz era nova, Homo technologicus.”

  1. Como de costume seus textos são dardos que atingem o alvo: a consciência. Impossível não refletir. Aceitar a soberania do “não biológico” não é mais uma opção e seu texto descortina todas as possibilidades, ainda que, nem todas estejam enumeradas. O sentimento, será que deixará de ser um privilégio dos humanos? E a dissimulação, também será um defeito de todos nós? Pois é, querido mestre e amigo Francisco Lima, aguardo ansiosa a próxima aula!

  2. A grande questão é o que é a consciência?
    Quando terei a certeza que as máquinas ou e a terão a mesma consciência de um ser humano

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